É uma babilónia. Cheira a terra, a especiarias, a suor, a carne, a gasolina, a lixo. E tudo se mistura nas narinas como se mistura no enorme terreiro junto à fronteira. Do lado de cá, Angola. Do lado de lá, a República Democrática do Congo. No meio, um formigueiro de gente fura-vidas, numa babel de línguas e dialectos. E cores, uma enorme paleta de cores. De bens alimentares e panos do Congo a diamantes e armas, tudo se compra e vende na Fronteira Luvo/RDC.